III unidade

18/07 - Festival de Dança: Avaliaremos a relação entre o tema do evento e a performance do grupo

23/07 - Discussão Adélia Prado - Entrevista Sempre um papo

24/07 - Discussão Vídeo "Intolerância Religiosa"

31/07 - Assistir ao documentário sobre Vinícius de Moraes - Tarde - 13h30min

31/07 - Entrega Artigo de Opinião - Tema: Intolerância

15/08 - Apresentação Teatro/Musical: Elis e Vinícius - Auditório IF-BA / 19h

28/08 - Assistir ao filme: O nome da Rosa - Tarde - 13h30min

04/09 - Prova: Tema - Literatura até a 3 Unidade do nosso módulo

11/09 - Artigo - O Cortiço / Helena

Reflexões Gramaticais

1- O que é Parágrafo?
O parágrafo é uma unidade de texto composta por períodos, determinado pelos chamados: pontos parágrafos, que possui uma idéia central que o difere dos outros parágrafos de um mesmo tema, no caso de um texto.
2- O que é Ponto?
Símbolo determinante do período, parágrafo e fim do texto.
3- Como me utilizar de vírgulas?
Lembro-me que quando criança escrevi: Comprei banana e maçã e pêra e uva. Só que isso me soava estranho e a vírgula a princípio era pra separar os termos de um período da frase. Mais tarde aprendi o sentido de aposto da vírgula, quando o que está entre vírgulas está explicando alguma expressão anterior, como agora.
3.1- Vírgula-aposto.
Entendo que uma das utilidades da vírgula é explicativo e o símbolo "-" sempre terá uma função de aposto.
3.2- Vírgula-adjunto adverbial deslocado.
Creio que adjunto adverbial deslocado seria o que estivesse entre vírgulas enquanto função de aposto.
4- Como me utilizar de ponto e vírgula?
Caso estudante pergunte isso à professora, há muita chance de ela responder: Você usa isso quando a pausa que deseja não é nem não longa quanto um ponto nem tão breve quanto uma vírgula.
Porém, o que determina esses tempos de pausa? Sei que utilizo ponto e vírgula para coodernadas do vértice e citações de exemplos longos.

Canção do exílio

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar –sozinho, à noite–
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que disfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá.

R de REBELDE

Jerri Dias de A – Z

Quando eu era criança todo mundo me dizia o que eu tinha que fazer, estudar, pensar. Bom, todo mundo sofre lavagem cerebral quando é criança e eu não fugi da regra. Mas daí eu aprendi a ler e através dos livros e principalmente de gibis, eu percebi que os personagens de ficção geralmente eram melhores do que nós. Os heróis tinham mais atitude, bravura, honra e sobretudo, não aceitavam as coisas como elas são. Não sei como nem porque, mas em algum momento, na minha cabeça pré-adolescente, eu decidi que tentaria ser como os heróis que eu gostava tanto.
Bom, como aquela minha tentativa de colocar capa e sair voando fracassou (leia aqui), o jeito foi pensar como um herói pensaria e como usar isso na realidade do dia-à-dia... E aí passei a ser do contra! Contra as injustiças, contra a ignorância e até contra a sociedade.
Pra exemplificar isso, já dizia Nelson Rodrigues: “A unanimidade é burra!” Mas acho que dá pra acrescentar também “a humanidade é burra.” Acho que você vai concordar comigo se apenas ver o jeito que o mundo se encontra: estamos numa época em que todo o saber está disponível, mas a maioria opta por permanecer ignorante; quando se gasta em ração pra animais de estimação uma quantia que acabaria com a fome na África; quando o dinheiro de cada míssil fabricado para destruir dezenas de vidas poderia salvar o dobro em hospitais.
Mas aí eu pensei, “tá, mas o que eu posso fazer contra isso?! Assinar abaixo-assinados?! Tá, legal, mas não é suficiente. Posso me voluntariar pra alguma coisa?! Tá, posso e isso já ajuda um pouco mais.”
Mas aí eu cresci um pouco mais e li muito mais e descobri que a raiz de todos os males somos nós mesmos, o homem e a mulher comum. Porque o Bush não mandou matar um monte de gente só porque ele é ruim e poderoso, ele foi educado pra pensar assim e concordar com esse tipo de atitude. Porque o Lindemberg não matou a Eloá só porque ele é ruim, mas porque a vida que ele aceitou viver levou ele até aquele ponto. Porque a pessoa que te persegue na escola por nada não faz isso só porque ela é ruim, mas porque as coisas que ela passou na vida fazem ela ter esse tipo de atitude.
Então, eu me rebelei e sempre que pude, eu fiz o contrário do que via as pessoas fazerem. Se eu via alguém sofrendo bullying na escola, eu tentava intervir (sem violência). Se eu via os meninos tratando as meninas com desrespeito, eu as tratava com respeito. Se eu via alguém solitário, eu tentava puxar conversa. Quando 14 amigos meus se reuniram pra fumar maconha, eu só fiquei olhando. E não perdi amigo nenhum porque não fumei. Quando todo mundo queria vestir uma roupa famosa, eu fazia questão de não usar marca nenhuma. E quando todo mundo só queria ficar, eu só queria um amor. A rebelião está em todas as coisas, até nas menores atitudes.
Então, se você, como eu, acha que o mundo está todo errado, esteja certa de que ele não precisa ser assim. Mas a mudança não começa lá em cima, ela começa dentro de você. Não seja como seus pais, como seus amigos ou como os outros querem que você seja, rebele-se por uma vida melhor, mais justa e mais feliz!
Ah, sim, sempre que me mandam sorrir pra foto, eu faço careta!

Doce Ilusão

Bianca Barbosa Oliveira

Não é amor nem paixão

quando se põe na boca
já se foi, antes de seu saboreio
Como uma nuvem
Azul, rosa, amarela... mágica

Num palitinho vem
e do nada se vai
Uma nuvem no céu (da boca)
Nos deixa a ver estrelas
Adeus, Ilusão
Doce-algodão